Quem Somos

 

A Foreva

A marca Foreva nasceu em Setembro de 1984, abrindo a primeira loja em Lisboa na Rua Guerra Junqueiro, desde então tem vindo alargar o leque de lojas e estando hoje em todo o território nacional.

Fundada por Manuel Cajada, a Foreva desde o início caracterizou-se pela oferta de uma gama alargada de produtos para todas as estações e estilos comercializados, de início com a marca própria e marca do fornecedor, até à exclusividade atual. Trata-se de uma marca especializada em calçado, mas oferece também uma vasta gama de acessórios, garantindo qualidade aliada a um serviço de excelência ao melhor preço.

As nossas lojas têm à disposição dos nossos clientes uma gama de conforto da marca Softinos, e uma variedade de produtos para cuidar do calçado, da marca Colonil uma marca especialista em couros.

Desde o início a Foreva empreendeu uma estratégia de crescimento baseada em investimentos seletivos que permitiram alargar a sua presença nos principais Centros Comerciais do País, dirigida ao tipo de cliente que privilegia a relação qualidade/preço, situando-se num segmento intermédio do mercado, ocupando assim, atualmente uma posição vantajosa para acompanhar a crescente abertura de Centros Comerciais. Respondendo a inúmeras solicitações, em 1998 a Foreva celebra o seu 1º contrato de Franchising, contando até aos dias de hoje com cerca de 25 lojas franchisadas. A cobertura geográfica das lojas Foreva é vasta, conta com cerca de 70 lojas abertas ao público em Portugal.

Em Maio de 2005, a Foreva foi totalmente adquirida pela empresa Fortunato Frederico & Ca Lda., empresa Líder do Grupo Kyaia, acrescentando uma valência a esta cadeia: o retalho. A partir de 2011 a Foreva altera a sua imagem de marca e inicia o processo de fusão de duas marcas do grupo transformando as suas 25 lojas Sapatália em Foreva. A Marca desenvolve um esforço permanente de renovação da imagem dos seus espaços de venda, em sintonia com a renovação constante das suas coleções, criando harmonia entre o espaço e o produto.

Caracteriza-se pela manutenção de uma política de preços estáveis, conjugada à crescente qualidade dos seus produtos. Preocupa-se com o serviço ao cliente dando às equipas formação adequada, mantendo em constante contacto com o cliente oferecendo meios e possibilidades de contacto com a nossa empresa quer pelo apoio ao cliente quer pela ajuda dos nossos colaboradores.
 
ANÚNCIO
(Conversão de valores mobiliários ao portador em valores nominativos)
Decreto-Lei n.º 123/2017, de 25 de Setembro
 
    A FOREVA - Comércio de Calçado, S.A., NIPC 501 445 870, com sede na Rua Abílio Lopes das Neves, n.º 593, da freguesia de Ponte, do concelho de Guimarães, com o capital social de € 1.912.500,00, representado por 1.912.500 ações nominativas ou ao portador com o valor nominal de € 1,00 (um euro), cada uma, informa, nos termos e em cumprimento do disposto no art.º 3.º do Decreto-Lei n.º 123/2017, de 25 de Setembro:

   1 - Que, por deliberação da assembleia-geral de acionistas do dia 17 de Outubro de 2017, foi alterada a redação do número UM, do artigo 6 do contrato de sociedade, e substituída pela seguinte
 
Artigo 6

Ações

 
Um - As ações serão nominativas, tituladas ou escriturais
 
   2 - A data prevista para a apresentação do pedido de inscrição das alterações ao contrato de sociedade e aos demais atos sujeitos a registo no registo comercial, é o dia 31 de Outubro de 2017.

   3 - As ações ao portador devem ser apresentadas à entidade emitente - FOREVA - Comércio de Calçado, S.A, sita na Rua Abílio Lopes das Neves, n.º 593, da freguesia de Ponte, do concelho de Guimarães, pelos respetivos titulares, até 31 de Outubro de 2017, para efeitos de substituição dos títulos em causa;

   4 - A conversão corre por conta da entidade emitente, que promoverá a inutilização ou destruição dos títulos antigos.

   5 - O presente anúncio é objeto de publicação obrigatória no sítio da internet da FOREVA - Comércio de Calçado, S.A – www.foreva.pt - e no Portal do Ministério da Justiça, em Publicações on-line de Atos Societários (http://publicações.mj.pt/

   6 - As consequências da não conversão dos valores mobiliários durante o período transitório previstas no n.º 2 do artigo 2.º da Lei n.º 15/2017, de 3 de Maio, e nos n.ºs 1 e 2 do art.º 7.º do decreto-lei n.º 123/ 2017, de 25 de Setembro, são as seguintes:

   i) As ações ao portador não convertidas em ações nominativas até ao fim do período transitório - às 24 horas do dia 03 de Novembro de 2017 - apenas conferem legitimidade para a solicitação do registo a favor dos respetivos titulares;

   ii) Os títulos representativos das ações ao portador devem ser apresentadas junto do emitente para substituição, de modo que opere a conversão;

   iii) O montante correspondente aos dividendos, juros ou quaisquer outros rendimentos cujo pagamento se encontre suspenso é depositado junto de uma única entidade legalmente habilitada para o efeito, em conta aberta em nome do emitente, e será entregue, com base em instruções do emitente, aos titulares dos valores mobiliários aquando da respetiva conversão.
 
Guimarães, 17 de Outubro de 2017

 
O Presidente do Conselho de Administração